Dolce & Gabbana lançou sua mais recente coleção NFT no mercado UNDX NFT, construído na rede de escalabilidade Polygon. Estas e mais notícias em esta prática resumo diariamente para que você esteja sempre informadocom eventos maioria recente que ocorre dentro do cripto mundo.
Adoção de Bitcoin e Blockchain
📍Block relata ganhos multimilionários graças às transações Bitcoin do Cash App. A empresa de Jack Dorsey, ex-CEO do Twitter e uma das figuras mais proeminentes da indústria de criptografia, relatou US$ 4.080 bilhões em lucros totais durante o quarto trimestre de 2021. Destes, US$ 2.120 bilhões são lucros líquidos excluindo Bitcoin, o que deixa 1.960 bilhão dólares em renda com o criptomoeda. Na sua denunciar, Block observou que a integração do Bitcoin no Cash App fez com que essa rede de pagamento crescesse de forma viral. Só no mês de dezembro foram realizadas 44 milhões de transações por meio deste aplicativo de pagamento.
Mercados NFT e DeFi
📍Dolce & Gabbana lançou sua mais recente coleção NFT no mercado NFT UNDX, construído no Polygon. Em sua conta no Twitter, a famosa marca de moda italiana informou o lançamento de sua comunidade DGFamily, acessível por meio de NFTs exclusivos lançados na rede Polygon. A grife de moda criou uma coleção criptografada de 3 NFTs, que apresentam caixas exclusivas com a logomarca da marca, que servirão como passe de adesão para os titulares. Como explicou Dolce & Gabbana, cada caixa é de uma raridade ou nível especial, o que dará aos titulares a possibilidade de usufruir de benefícios digitais e físicos, como roupas de marca, bem como benefícios experienciais que os levarão numa viagem entre a vida real. e o metaverso.
Polygon é a solução líder de segunda camada atualmente, construída para dimensionar a rede Ethereum. Neste mesmo mês, o número de endereços ativos no Polygon ultrapassou os 2,4 milhões, assim como o número de aplicações desenvolvidas ou implantadas no seu ecossistema, que ultrapassou os 7.000 DApps no final de janeiro.
📍A multinacional Monster Beverages Corporation adere à tendência NFT. A Monster Beverages Corporation, fabricante da popular bebida Monster Energy, presentado quatro pedidos de patente ao Escritório de Marcas e Patentes dos Estados Unidos (USPTO) para registrar o uso de sua marca para o mundo virtual. As patentes da empresa revelam seus possíveis planos para desenvolver produtos virtuais para download em formato NFT, construir lojas virtuais de varejo e serviços, criar novos produtos de entretenimento e desenvolver software para gerenciamento de ativos virtuais.
Monster é a mais recente grande empresa a patentear sua marca para NFTs e o Metaverso. McDonald's, Victoria's Secrets, Panera Bread, Carrefour e Walmart são outras grandes multinacionais que caminham rumo ao mundo virtual.
Metaversos e jogos Play to Earn
📍Andino, incubadora do projeto Web3 de origem peruana, realiza o primeiro hackathon do Metaverso. Meta-Hackathon do Peru É o primeiro encontro de desenvolvedores organizado no mundo virtual. O responsável, a incubadora do projeto Web3 Andino, quer promover a criação e desenvolvimento de novas coleções e iniciativas digitais que contribuam com maior valor e utilidade ao ecossistema virtual.
O Peru Meta-Hackathon acontece desde a última sexta-feira, dia 25, e vai até o dia 5 de março. Durante o evento, desenvolvedores poderão participar de workshops voltados para tecnologia blockchain, The criptomoedas e os NFT.
cibersegurança
📍Hackers atacaram a rede do Ministério do Interior ucraniano antes da invasão russa. Un denunciar A Bloomberg cita que o Ministério do Interior da Ucrânia foi vítima de um ataque cibernético no qual perdeu uma grande quantidade de dados e informações, pouco antes do ataque russo. Segundo o relatório, os hackers implantaram um poderoso malware com o qual roubaram e desviaram grandes quantidades de dados da rede de telecomunicações do país, operada pelo Ministério do Interior. A informação foi divulgada por três pessoas envolvidas nas investigações, que pediram anonimato.
Regras e regulamentos
📍Uma proposta de reforma da lei de dados da União Europeia exige um mecanismo de “interrupção segura” nos contratos inteligentes. A Comissão Europeia apresentou um novo proposta à Lei de Dados da UE para garantir a segurança dos dados. Conforme afirma o artigo 30 da proposta, os desenvolvedores de contratos inteligentes devem incluir em seus contratos um mecanismo de encerramento, que permita o encerramento da execução contínua de transações. “O contrato inteligente deve incluir funções internas que possam redefinir ou instruir o contrato a interromper ou interromper a operação para evitar execuções (acidentais) futuras.”.
Esta proposta atacaria a natureza descentralizada e autônoma com a qual nasceram os contratos inteligentes. Da mesma forma, como apontou o professor de tecnologia jurídica da Universidade Vrije de Amsterdã, Thibault Schrepel, a proposta é “absolutamente controversa” e afetaria milhões de contratos inteligentes existentes, especialmente os chamados oráculos.
📍Satish Kumbhani é acusado pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos de fraudar US$ 2.400 bilhões do BitConnect. A agência governamental emitiu um Comunicado acusando Satish Kumbhani, fundador da BitConnect, de perpetrar um esquema de pirâmide global de US$ 2.400 bilhões por meio da plataforma de investimento em criptomoeda. Os documentos apresentados pelo Departamento de Justiça apontam Kumbhani como responsável por enganar os investidores da plataforma com um sistema de empréstimo fraudulento, que acabou sendo um esquema Ponzi que fechou abruptamente após um ano de operações. Além disso, o Departamento de Justiça também acusa o fundador da BitConnect de manipular investidores com o preço do token BCC, criando o “falsa aparência de uma demanda legítima por BCC no mercado”.
O BitConnect operava sem registro no FinCEN, conforme exigido pela Lei de Sigilo Bancário. Além disso, Kumbhani e seus colaboradores ocultaram as movimentações financeiras e lucros obtidos nas operações com a plataforma. Por tudo isto, Satish Kumbhani enfrentará acusações de conspiração, fraude eletrônica, manipulação de mercadorias, lavagem de dinheiro e operação de um negócio financeiro sem a devida licença. Se condenado, o fundador do BitConnect poderá ser condenado a até 70 anos de prisão, disse o departamento.
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