No Irã, os mineradores de criptomoedas poderão usar o excedente de eletricidade gerado pelas usinas da Thermal Power Plant Holding Company. O CEO da Arbistar 2.0 emitiu diferentes declarações sobre as condições de pagamento aos usuários afetados. Estas e mais notícias neste prático resumo diário para que você esteja sempre informado sobre os eventos que acontecem dentro do cripto mundo.
📍No Irã, a companhia de eletricidade Controladora de Usinas Térmicas (TPPH), anunciou que começará a vender eletricidade através de 3 das suas centrais que operam em todo o Irão, para que os mineiros de Bitcoin e outros criptomoedas Eles podem trabalhar as suas explorações agrícolas com o excedente de electricidade do país e não afectar a rede nacional. De acordo com o Comunicado emitida pela empresa, esta é uma forma eficiente de gerar uma nova fonte de receitas e, ao mesmo tempo, aproveitar ao máximo o potencial eléctrico do Irão. No passado, o governo iraniano deu luz verde para que as usinas de energia em escala industrial existentes no país começassem a minerar criptomoedas como Bitcoin e publicado mais de 1.000 licenças que aprovam esta atividade em seu território.
📍Na Espanha, a plataforma de arbitragem de criptomoedas, Árbitro 2.0, continua a atrasar o compromisso de devolver os fundos de investimento dos usuários afetados pelo encerramento repentino do produto Community Bot. A plataforma contava com cerca de 120 mil membros no momento do encerramento, e estima-se que cerca de 32 mil foram diretamente afetados. Quando Santa Fuentes, CEO da Arbicorp, empresa responsável pelo desenvolvimento da plataforma de arbitragem, anunciou o encerramento, assegurado que devolveriam os fundos a todos os clientes “para que ninguém perdesse nada” e que a partir do dia 15 (presumivelmente de Setembro) iniciariam os pagamentos. No entanto, até à data, a empresa não iniciou o seu plano de recuperação.
Pelo contrário, Fuentes emitiu um vídeo onde contraria as condições de pagamento que inicialmente anunciou, falando em pagamentos até 18 meses; e a mesma coisa aconteceu quando ele deu declarações à Criptonoticias durante um enentrevista. Até o momento, Fuentes permanece na clandestinidade por razões de segurança.
📍Por outro lado, o CEO da MicroStrategy, Michael Saylor, revelou como a empresa de investimentos adquirido mais de 38 mil BTC sem afetar o preço da criptomoeda nos mercados. Saylor afirma que a empresa realizou operações de compra fora da rede por quantias muito pequenas, cerca de “0,19 BTC a cada 3 segundos”.
O CEO também observou que eles estavam preparados para adquirir US$ 30 a US$ 50 milhões em BTC em poucos segundos se tivessem sorte com um pico negativo de 1-2%.
📍Nos Estados Unidos, a Força Espacial dos Estados Unidos (USSF) e o Laboratório de Pesquisa da Força Aérea assinaram contrato com a empresa blockchain Segurança Xage desenvolver um sistema de proteção contra hackers. Ele Comunicado indica que a solução idealizada por Da mesma forma, a solução permitirá a verificação de quem acessa seus sistemas e garantirá que os satélites estejam operacionais e funcionando com segurança.
📍Blockchain.com revela que os dados na blockchain do Bitcoin excedem o tamanho de 300 GB (300.000 MB) em 19 de setembro. O tamanho do blockchain se deve à quantidade de dados armazenados desde o início do Bitcoin em 2009, e 300 GB é a quantidade de dados que os nós do Bitcoin atualmente precisam baixar ao sincronizar com a rede.

Fonte: Blockchain.com
Devido à adoção do Bitcoin, o crescimento do blockchain nos últimos anos tem sido muito superior ao crescimento refletido durante os primeiros anos de vida da rede. Da mesma forma, o tamanho do blockchain está sujeito a mudanças contínuas, uma vez que cada transação feita na rede será adicionada de forma imutável ao blockchain.
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