
Nos últimos anos, temos assistido à crescente popularidade dos metaversos, com aplicações que já vão muito além dos videojogos, criando novos espaços para socializar, aprender, trabalhar e realizar negócios.
Um dos principais atrativos dos metaversos é a capacidade de oferecer uma experiência mais autêntica e personalizada do que as redes sociais tradicionais. Ao contrário das plataformas sociais onde a informação é partilhada num formato de “feed de notícias” ou “mural”, os metaversos permitem aos utilizadores interagir num espaço virtual tridimensional e participar em atividades que parecem mais reais.
À medida que os metaversos se tornam mais avançados e sofisticados, é provável que vejamos um aumento na sua popularidade e utilização. Na verdade, algumas pessoas acreditam que os metaversos acabarão por substituir as redes sociais tradicionais, pois oferecem uma experiência mais envolvente e autêntica.
Nesse sentido, Jon Fatelevich, CEO do StadioPlus, falou em o podcast 'As Vozes de Satoshi', por Bit2Me e Web3MBA. Na conversa, sobre como os metaversos afetaram o mundo do futebol, Fatelevich expressou que “aquele conteúdo de ter seu próprio avatar, de ter sua própria camisa de clube, de interações dentro do metaverso para mim é algo bastante orgânico. Metaversos ou mundos virtuais vão substituir as redes sociais. A única diferença é que as redes sociais são 2D e vão fazer redes sociais em 3D. O que é feito hoje em uma tela onde você tem seu feed, se tornará uma experiência mais imersiva na qual você encontrará seus amigos nessa experiência.
Claro, ainda existem muitos desafios que precisam ser superados antes que os metaversos se tornem a norma. A tecnologia ainda não está totalmente desenvolvida e ainda existem questões relacionadas com segurança e privacidade que precisam de ser resolvidas. No entanto, com o rápido avanço da tecnologia e a crescente procura por experiências virtuais, é provável que os metaversos se tornem uma parte cada vez mais importante das nossas vidas online.
«Acho que tudo vai para os mundos virtuais, para o metaverso, e é aí que poderemos tirar o máximo partido da geração Z, que além de estar muito envolvida em toda esta tecnologia, também vai consumir muito mais conteúdo digital, e esse conteúdo poderá ser monetizado. São também novos modelos de negócios para a indústria do esporte, e é por isso que todos estão entrando”, explicou Fatelevich.


