É mais fácil atacar a rede Bitcoin ou Ethereum?

Qual criptomoeda é mais segura: Bitcoin ou Ethereum? Qual deles os cibercriminosos têm mais facilidade em explodir? E como isso afeta o fato de um ser Prova de Trabalho e o outro Prova de Participação? Nele podcast 'As Vozes de Satoshi', Íñigo Gastón e Javier Pastor debateram quais das empresas poderiam estar mais propensas a problemas de segurança.

“O Bitcoin não precisa de tanta atualização porque no final é um caso principal e mais básico, enquanto o Ethereum, por ser uma plataforma de desenvolvimento, tem que evoluir ao longo do tempo para ser escalável e permitir que as pessoas criem aplicações descentralizadas”, argumentou Gastón. .

A seguir, o próprio Gastón, defensor do Ethereum, quis explicar as características de um ataque de 51%: «Não vejo que a Prova de Participação tenha qualquer vulnerabilidade porque se baseia na delegação de tokens, porque no final há governação, como em todos. Por mais que eu quisesse comprar todos os tokens delegados em ETH para fazer um ataque de 51%, não vou conseguir porque o fornecimento está na mão de muita gente, e a emissão que existe é pequena, então ganhei não posso comprá-lo.

“É mais fácil acontecer uma coisa do que outra?”, perguntou-se então Javier Pastor. “Acho que é mais fácil no Ethereum do que no Bitcoin, pelos custos envolvidos e pela identificação que tem de um lado e do outro.”

Você pode assistir ao debate completo abaixo a partir do minuto 50