As seguradoras querem investir em Bitcoin, afirma Goldman Sachs

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seguradoras querem investir em Bitcoin

A pesquisa anual de seguros da Goldman Sachs revelou que quase 20 seguradoras estão potencialmente explorando o investimento em Bitcoin. Estas ‌ ‌e‌ ‌mais‌ ‌notícias‌ em‌ ‌esta‌ ‌prática‌ ‌resumo‌ ‌diariamente para que‌ ‌você esteja sempre‌ ‌informado‌ com‌ ‌eventos ‌ ‌mais‌ ‌recentes ‌ ‌que‌ ‌ocorre‌ ‌dentro‌ ‌do‌ ‌cripto‌ ‌mundo.‌ ‌

As seguradoras querem Bitcoin

📍‌De acordo com Goldman Sachs, As seguradoras se preparam para entrar no Bitcoin. Uma pesquisa do banco de investimentos Goldman Sachs revelou que as seguradoras, que estão entre os maiores investidores do mundo, se preparam para investir em Bitcoin diante do aumento das taxas de juros por parte do Federal Reserve (FED) dos Estados Unidos. Estados.

Mike Siegel, chefe global do negócio de gestão de ativos de seguros e soluções de liquidez da Goldman Sachs, revelou no podcast Intercâmbios na Goldman Sachs os resultados da última pesquisa anual de seguros da empresa. Estes resultados indicam que quase 20 seguradoras estão explorando a possibilidade de investir em Bitcoin e outras criptomoedas. Ele ainda ressalta que algumas dessas seguradoras, clientes do banco, já haviam investido em criptoativos até o momento. 

De acordo com Siegel, a pesquisa anual de seguros da Goldman Sachs foi administrada a clientes que representam mais de US$ 13.000 bilhões em ativos. 

Adoção de Bitcoin e Blockchain

📍‌El Salvador ainda espera um bom momento para lançar o Bônus Bitcoin. Alejandro Zelaya, Ministro da Fazenda de El Salvador, informou novamente que o lançamento do Bônus Bitcoin, no valor de 1.000 bilhão de dólares que o país inicialmente planejava lançar para março deste ano, foi adiado para uma nova data devido à turbulência do mercado. 

Durante sua participação em um noticiário local, o Ministro da Fazenda de El Salvador informou que não é um bom momento para lançar o tão esperado título, que financiará a construção da Bitcoin City e que poderá chegar a até 1.500 bilhão de dólares, de acordo com previsões publicadas por Zelaya em fevereiro passado, citando o entusiasmo dos investidores do setor. 

Zelaya aproveitou o momento para reafirmar, mais uma vez, que a estratégia de El Salvador com o Bitcoin é de longo prazo. “Não estamos vendendo as moedas (BTC) que compramos neste momento”, ele apontou. No entanto, indicou também que parte dos bitcoins pertencentes ao país foram vendidos para financiar a construção do hospital veterinário Chivo Pets, inaugurado no final de fevereiro. Naquela época, o presidente salvadorenho Nayib Bukele havia anunciado que o hospital foi financiado com lucros gerados pelo investimento em bitcoin de El Salvador. 

Estima-se que o país latino-americano detenha atualmente mais de 2.300 BTC, cujo valor gira em torno de 70,2 milhões de dólares.  

Mineiros e validadores de nós

📍‌A mineradora Bitzero Blockchain fará da Dakota do Norte sua sede. Dakota do Norte se tornará a nova sede da empresa de mineração de criptomoedas sustentável Bitzero Blockchain, que localizará seu data center e sede no estado dos EUA. 

Akbar Shamji, CEO da Bitzero Blockchain, Doug Burgum, governador do estado de Dakota do Norte e Kevin O'Leary, investidor da empresa, anunciaram a novidade durante entrevista coletiva, na qual destacaram a importância que Dakota está ganhando do Norte na mineração de criptografia. 

O governador Burgum destacou que as operações da Bitzero Blockchain, que está investindo quase US$ 500 milhões para se estabelecer no estado, são apoiadas por energia limpa. 

“A decisão da Bitzero de localizar sua sede norte-americana em Dakota do Norte é mais um exemplo de como nosso estado está emergindo como o local preferido para data centers de energia limpa, apoiados por eletricidade confiável e acessível, produzida com responsabilidade ambiental.”, dito o governador do estado. 

A Bitzero Blockchain fez parceria com a MHA Nation para reciclar o calor gerado por seus equipamentos de mineração para alimentar um projeto de estufa que está atualmente em construção. 

Inovação, Desenvolvimento e Tecnologia 

📍‌A empresa KenGen utilizará o seu excedente de energia para apoiar a mineração de criptomoedas no Quénia. KenGen, o maior fornecedor de energia no Quênia, na África Oriental, revelou que venderá todo o seu excedente de energia geotérmica para empresas de mineração de criptomoedas, de acordo com a mídia local Quartz Africa. 

Embora a empresa não tenha revelado quanto é o seu excedente energético, sabe-se que fornece a maior parte da capacidade eléctrica instalada do Quénia, actualmente cerca de 863 megawatts (MW). O diretor de desenvolvimento geotérmico da KenGen, Peketsa Mwangi, disse que a empresa deseja criar um parque energético dedicado a alimentar Bitcoin e outros mineradores de criptomoedas. 

Regras e regulamentos

📍‌Os Estados Unidos estão a preparar novas políticas para minimizar o impacto ambiental das criptomoedas. A Bloomberg Law informou esta quinta-feira que a administração de Joe Biden, atual presidente dos Estados Unidos, está a preparar novas políticas que ajudarão a potência mundial a minimizar o consumo de energia em criptomoedas, de forma a mitigar o impacto ambiental da indústria. 

Os Estados Unidos são atualmente o país que concentra o maior poder de hash da rede Bitcoin em todo o mundo. Segundo dados do CBECI da Universidade de Cambridge, até janeiro deste ano, os Estados Unidos concentravam mais de 70% do taxa de hash do Bitcoin, liderando a mineração desta criptomoeda. 

No entanto, os críticos apontam que a crescente mineração de criptomoedas no país prejudica os seus objetivos climáticos. Portanto, a atual administração decidiu iniciar a sua primeira grande incursão na indústria, para avaliar os custos energéticos, as emissões de carbono e o seu impacto climático. 

O anúncio da administração Biden coincide com os planos revelados pela empresa de mineração de criptografia Bitzero, que está investindo quase US$ 500 milhões para transferir suas instalações de mineração sustentáveis ​​para o estado de Dakota do Norte.

 

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