Países como Rússia, Portugal e Venezuela tomaram medidas para incentivar o desenvolvimento da indústria criptográfica e blockchain. Os novos cenários permitem que as atividades de negociação com criptomoedas e ativos digitais alcancem novos recordes em diversas partes do mundo. Estas e mais notícias neste prático resumo diário para que você esteja sempre informado sobre os eventos que acontecem dentro do cripto mundo.
📍Na Índia, os ecossistemas DeFi e o mercado P2P, ganharam impulso apesar do país não ter uma regulamentação clara sobre o uso de criptomoedas e ativos digitais. Desde junho, o governo vem propondo um projeto de lei que busca proibir o uso de criptomoedas dentro do país, apesar de alguns meses antes as proibições do Banco Central da Índia sobre o assunto terem sido suspensas, e os usuários poderiam até mesmo até a mineração Bitcoin e outras criptomoedas na Índia. Agora, apesar da incerteza regulatória, os volumes de negociação nos mercados p2p têm crescido de forma constante, assim como o uso de aplicações e protocolos DeFi.

Fonte: Tulipas Úteis
📍Pesquisa Xangle postou um denunciar informações detalhadas sobre o panorama atual das criptomoedas, CBDC e ecossistemas DeFi na Rússia. Em termos de regulamentação, o relatório aponta o progresso e o retrocesso da Rússia no reconhecimento das criptomoedas como ativos de investimento e reservas de valor, embora a sua utilização seja proibida como sistema de pagamento e troca de valor. Da mesma forma, em relação à mineração de Bitcoin, Xangle destaca que a Rússia ocupa o terceiro lugar entre os principais países que controlam o maior percentual de taxa de hash da rede, com 6,9%. A mineração e o comércio de criptomoedas são os dois maiores e mais desenvolvidos setores que alimentam a indústria de criptografia na Rússia.
📍Na Europa, Portugal está se tornando um paraíso favorável para o crescimento e desenvolvimento sustentável da indústria criptográfica e blockchain. O cenário amigável que Portugal tem com os impostos para a negociação pessoal de criptomoedas tem incentivado o desenvolvimento desta atividade dentro do país, embora as bolsas e casas de câmbio que se dedicam à prestação de serviços com ativos digitais devam cumprir as obrigações estabelecidas. Por outro lado, o país também implementou um programa de desenvolvimento intitulado Plano de Ação para a Transição Digital e ZLT, que busca estabelecer Zonas Francas Tecnológicas para o desenvolvimento da indústria digital e do comércio de criptomoedas no país.
📍Chainálise postou um denunciar onde revela que o uso de criptomoedas e ativos digitais na Venezuela está crescendo de forma favorável e sustentável, embora não conforme o esperado pelo governo do país. De acordo com a empresa de análise de blockchain, a Venezuela se tornou o terceiro país com maior adoção de criptomoedas e ativos digitais, posicionando-se atrás da Ucrânia e da Rússia. A atual crise económica e a hiperinflação que o país enfrenta atualmente levaram os cidadãos a refugiar-se nas criptomoedas para proteger o seu valor.
📍O volume diário de negociação de Tether (USDT) ultrapassou o do Bitcoin (BTC), segundo dados do CoinMarketCap. Enquanto o volume diário de negociação com BTC é de US$ 21,7 bilhões, o USDT ultrapassa US$ 36,2 bilhões em negociações diárias. Embora a capitalização de mercado do stablecoin está bem abaixo do BTC, o aumento do Tether nos volumes diários de negociação se deve ao fato de o USDT ser cada vez mais usado em ecossistemas DeFi, como Curve Finanças y Uniswap.
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