Enquanto a correção do Bitcoin continua, outras altcoins no mercado estão atingindo novos máximos históricos, e a MicroStrategy está aproveitando a queda para aumentar suas participações em Bitcoin. Estas e mais notícias neste prático resumo diário para que você esteja sempre informado sobre os eventos que acontecem dentro do cripto mundo.
📍 Bitcoin (de preço mínimo em) continua a fazer uma pausa, enquanto Aave (AAVE), Elo de corrente (LINK) y Hedera Hashgraph (HBAR)São o altcoins com rendimentos mais elevados esta semana. O BTC, a criptomoeda líder do mercado, continua em declínio, enquanto outros ativos digitais atingem novos máximos históricos (ATH). AAVE, o token do protocolo de empréstimo DeFi Aave, atingiu um novo ATH em 24 de janeiro, quando seu preço ultrapassou US$ 244. O mesmo para LINK, token da blockchain do oráculo Chainlink, que atingiu valor máximo de US$ 23,43 em 23 de janeiro, ultrapassando o máximo observado em agosto de 2020.
No caso do HBAR, este token não atingiu um novo máximo, mas apresentou um desempenho excepcional de mais de 60% na última semana, atingindo um preço de US$ 0,11 por unidade. No momento em que este artigo foi escrito, o BTC estava negociando US$ 32.000.
📍MicroStrategy, um dos maiores investidores em Bitcoin em 2020, continua a expandir suas participações nesta criptomoeda aproveitando a recente correção do BTC, que elevou seu valor para US$ 30.000. Agora a empresa possui 70.784 BTC, com a recente aquisição de mais 314 BTC, avaliados em cerca de US$ 10 milhões no momento da compra, que foi feita em dinheiro, conforme indicado por Michael Saylor, CEO da MicroStrategy.
Da mesma forma, um dos maiores provedores de dados na indústria de criptografia, GlassNode, observa que o número de baleias com mais de 1.000 BTC continua a aumentar enquanto o bitcoin permanece em queda. De acordo com o dados Deste provedor, existem atualmente quase 2.450 endereços com mais de 1.000 unidades de bitcoin.
📍 O Banco de Compensações Internacionais (BIS) entra no ecossistema digital para projetar e implementar uma infraestrutura de liquidação para moedas digitais CBDC (Moeda Digital do Banco Central) através do seu Centro de Inovação. De acordo com um Comunicado funcionário da entidade, entre suas prioridades este ano está estudar a viabilidade de tornar os pagamentos internacionais mais ágeis e econômicos por meio de um CBDC atacadista, bem como investigar modelos estruturais para distribuição de moedas CBDC varejistas. O BIS criará uma plataforma digital onde as diferentes moedas digitais do banco central poderão ser testadas.
📍 O Departamento de Serviços Financeiros de Nova York (DFS) anunciou a abertura do concurso Impressão Técnica Virtual 2021, no qual participarão diferentes empresas da indústria criptográfica para desenvolver protótipos de soluções que permitam ao regulador obter um maior fluxo de informações e dados do ecossistema digital. Como indica a publicação, o departamento está cada vez mais interessado em beneficiar de novas tecnologias, como blockchain, para otimizar suas técnicas de supervisão e avançar em direção à sua visão de futuro.
As empresas poderão inscrever-se para participar nesta competição até à próxima terça-feira, dia 26 de janeiro, e poderão apresentar os seus protótipos de 1 a 12 de março deste ano. O objetivo é garantir que o DFS possa ter acesso, em tempo real, aos dados financeiros das empresas detentoras de moedas digitais, e também, que possa receber sinais de alerta precoce de possíveis riscos financeiros para as empresas e seus clientes.
📍 Na Rússia, o novo ley da indústria de criptografia que entrou em vigor este ano, e o decreto presidencial assinado em dezembro pelo presidente Vladimir Putin, exige que todos os funcionários públicos do país declarem todas as suas participações em criptomoedas. Também no país há outro decreto que exige que muitos outros funcionários vendam suas participações em criptoativos antes de 1º de abril deste ano. A exigência surge com base na Lei Federal nº 259-FZ que proíbe alguns funcionários a manter “posse e uso de ativos financeiros digitais” emitidos em sistemas e instrumentos financeiros estrangeiros.
Esses funcionários incluem cobranças como os dos membros do Conselho de Administração do Banco Central da Rússia, diretores e deputados do Procurador-Geral, funcionários dos cargos públicos das entidades constituintes, entre outros. O pessoal que ocupa esses cargos e possui criptomoedas e ativos digitais em contas no exterior deve vendê-los antes do prazo estabelecido pelo governo do país. Estas medidas, segundo o Estado, destinam-se a garantir a segurança nacional da Federação Russa e proteger a nação contra crimes financeiros e corrupção interna.
Continue lendo: NFTs realizam seu primeiro Concurso de Ilustração e Arte Digital


