
A World Liberty Financial solicitou à OCC (Office of the Comptroller of the Currency) uma licença bancária nacional para gerenciar internamente sua stablecoin de USD 1, que já ultrapassou US$ 3.500 bilhões. Simultaneamente, a empresa está expandindo sua oferta com um novo protocolo de empréstimo descentralizado.
A plataforma de criptomoedas ligada à família Trump, a World Liberty Financial, decidiu formalizar sua estrutura operacional solicitando uma licença bancária nacional.
Recentemente, a entidade submeteu a documentação necessária ao Gabinete do Controlador da Moeda através de sua subsidiária WLTC Holdings, uma medida com a qual busca obter uma carta bancária fiduciária nacional de propósito limitado, que lhe permitiria internalizar a emissão e a custódia de seu principal ativo digital, a stablecoin USD1.
Este pedido surge num momento de expansão tangível para o projeto, cuja stablecoin conseguiu conquistar uma quota de mercado significativa num curto período. Dados recentes indicam que o USD1 ultrapassou os 3.500 mil milhões de dólares em capitalização de mercado, um valor que coloca o ativo em concorrência direta com instrumentos já estabelecidos, como o PYUSD do PayPal.
A estratégia atual da empresa parece estar focada na integração vertical de seus serviços, deixando de depender de provedores externos para gerenciar a emissão e a custódia de seus ativos digitais.
Adquirir a WLFI e outros ativos de forma regulamentada.Um passo decisivo rumo à regulamentação da banca digital.
La aplicação O pedido apresentado pela World Liberty Financial ao órgão regulador federal visa obter autorização legal para operar como um banco fiduciário de propósito específico. Caso o Escritório do Controlador da Moeda (OCC) aprove o pedido, a empresa obterá a autoridade para emitir, manter e resgatar sua stablecoin internamente.
Atualmente, a plataforma depende de parceiros tecnológicos externos para executar essas funções críticas. No entanto, a obtenção da licença permitiria que a empresa oferecesse um serviço abrangente sob uma única entidade supervisionada, incluindo a conversão direta entre dólares americanos e o token USD1 sem taxas de emissão para seus clientes institucionais.
Especialistas enfatizam que essa abordagem de integração vertical replica estratégias anteriores de importantes players do setor, que também buscaram ou obtiveram aprovações semelhantes recentemente. Empresas como Circle, Paxos e Anchorage Digital abriram caminho para a integração de ativos digitais ao sistema bancário tradicional sob a supervisão do OCC (Office of the Comptroller of the Currency).
Além disso, o Controlador da Moeda, Jonathan Gould, observou que a entrada de novos participantes no sistema bancário federal fomenta a concorrência e facilita o acesso do consumidor a produtos financeiros inovadores. Portanto, a World Liberty prevê que sua própria infraestrutura bancária sirva como base para ampliar a adoção de sua moeda em operações de tesouraria e pagamentos internacionais.
Invista em WLFI: diversifique e gerencie seu portfólio de criptomoedas.Um novo protocolo DeFi é lançado, expandindo o alcance dos empréstimos em criptomoedas.
Simultaneamente aos esforços regulatórios em Washington, a empresa ligada aos Trumps expandiu sua oferta tecnológica com a ativação de Mercados Mundiais da LiberdadeEste é um novo protocolo de empréstimo descentralizado construído com a tecnologia da Dolomite para oferecer interoperabilidade entre diversos ativos digitais. Relatórios indicam que a nova plataforma permite que os usuários depositem garantias em Ethereum, Bitcoin tokenizado e outras stablecoins para obter liquidez, atendendo à demanda por automação financeira na blockchain.
O lançamento deste serviço, que é o segundo produto principal depois do lançamento do USD1 em março do ano passado, está alinhado com a reativação estatística do setor de finanças descentralizadas (DeFi).
Durante o terceiro trimestre de 2025, o volume de empréstimos ativos em protocolos DeFi atingiu US$ 41.000 bilhões, contribuindo para um mercado global de empréstimos em criptomoedas de US$ 74.000 bilhões. De acordo com Zachary Folkman, cofundador do projeto, o roteiro inclui a incorporação gradual de ativos reais tokenizados como garantia, visando conquistar participação de mercado por meio de uma infraestrutura que concorra funcionalmente com os protocolos já estabelecidos.
O lançamento da World Liberty Markets, construída em torno do token USD1, não apenas expandiu a oferta técnica da empresa, como também impulsionou o desempenho do WLFI, seu token nativo. Ao final do último relatório, o WLFI registrou um aumento de 8%, sendo negociado em torno de US$ 0,187 e atingindo uma capitalização de mercado de quase US$ 5.000 bilhões, consolidando sua posição como um dos ativos emergentes mais observados no ecossistema de criptomoedas.
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