Estas são as 3 tendências que irão ditar o rumo das criptomoedas em 2026, de acordo com Sergey Nazarov.

Estas são as 3 tendências que irão ditar o rumo das criptomoedas em 2026, de acordo com Sergey Nazarov.

Sergey Nazarov, cofundador da Chainlink, identificou três tendências principais que consolidarão a maturidade do setor de criptomoedas em 2026: resiliência, adoção de ativos de risco (RWA) e infraestrutura avançada. Vamos dar uma olhada. 

O mercado de criptomoedas está progredindo em 2026 com claros sinais de maturidade que, segundo Sergey Nazarov, marcarão o início de uma nova fase para a indústria blockchain. Em uma publicação recente no X, o desenvolvedor enfatizou que os verdadeiros motores do crescimento das criptomoedas não serão os preços ou a especulação, mas sim as mudanças estruturais que estão transformando o ecossistema desde suas bases.

Em sua análise, Nazarov apontou três fatores-chave que podem definir a direção do setor nos próximos anos: A entrada sólida de mais instituições no mercado, a expansão de ativos do mundo real dentro das redes blockchain e o aprimoramento tecnológico da infraestrutura que suporta todo o sistema.

Segundo o especialista, essa combinação de elementos pode impulsionar uma profunda evolução do mercado digital, levando a um ambiente mais estável, com maior confiança e focado em aplicações de valor que aproximem a tecnologia blockchain da economia global.

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O setor de criptomoedas está mostrando sinais de maturidade após superar colapsos anteriores.

A primeira mudança destacada por Nazarov é a notável melhoria na gestão de riscos dentro do setor. Ao contrário de ciclos anteriores, quando o colapso de plataformas como a FTX e de diversas instituições financeiras desencadeou uma onda de liquidações, não houve grandes falhas sistêmicas neste ano. Para ele, essa ausência de crises institucionais reflete uma crescente maturidade entre as empresas do ecossistema cripto, que agora estão mais bem preparadas para suportar quedas de preços sem causar perdas estruturais.

Além disso, Nazarov salientou que Essa força demonstra que o mercado aprendeu com seus erros e está em uma posição mais forte do que no passado.Segundo o especialista, esse comportamento mais prudente estabelece as bases para um crescimento sustentado com maior participação dos atores institucionais.

Nesse sentido, fundos de investimento, seguradoras e bancos que observam a evolução do espaço digital não estão mais focados apenas na rentabilidade, mas também na capacidade do mercado de se manter operacional diante das flutuações do mercado.

Com essa disciplina técnica e financeira, o setor de criptomoedas continua a ganhar a confiança dos principais players tradicionais, abrindo caminho para um influxo mais amplo de capital institucional que poderá impulsionar a próxima fase de expansão do ecossistema global.

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Os ativos do mundo real estão acelerando sua chegada à blockchain.

A segunda tendência mencionada por Nazarov aponta para A consolidação de ativos do mundo real (RWA, na sigla em inglês) como a nova base que une as finanças tradicionais à tecnologia blockchain.O cofundador da Chainlink destacou que, além das flutuações de preço do Bitcoin ou do Ethereum, o interesse na tokenização de ativos físicos continua a crescer. Alguns dados já mostram que os mercados de commodities digitalizadas, como a prata, estão começando a competir com os mercados tradicionais, oferecendo negociação 24 horas por dia, 7 dias por semana, e uma gestão de garantias mais flexível e eficiente.

Nesse sentido, a transferência de ativos e dados reais para a blockchain proporciona valor que vai além da mera especulação. Essa inovação oferece maior transparência, liquidez global e a possibilidade de negociar sem intermediários. Segundo Nazarov, a desconexão entre as oscilações de preços e a adoção tecnológica reflete uma mudança profunda na percepção do setor financeiro. Cada vez mais, as instituições reconhecem que a infraestrutura da tecnologia blockchain deixou de ser um experimento e se tornou uma ferramenta robusta para suas operações.

Além disso, Nazarov acredita que a expansão dos ativos ponderados pelo risco (RWA, na sigla em inglês) está se configurando como um dos principais impulsionadores da próxima fase de crescimento industrial dentro do ecossistema cripto.

O papel fundamental da Chainlink na tokenização global

O terceiro pilar mencionado por Nazarov centra-se em Fortalecer a infraestrutura que permite a tokenização, a conectividade e a gestão de dados dentro do ecossistema blockchain.Nesse cenário, a Chainlink, rede criada por ele, desempenha um papel fundamental ao oferecer informações verificadas e seguras, com uma participação de mercado superior a 70% dos dados utilizados pelas principais plataformas de finanças descentralizadas (DeFi). Além disso, sua colaboração com renomados provedores institucionais consolida sua posição como líder tecnológica em interoperabilidade e qualidade de dados.

Além disso, a visão de Nazarov sugere que essa tendência não se limita à precificação de serviços. Ela também abrange a integração com sistemas financeiros tradicionais, a coordenação entre diferentes blockchains e a implementação de soluções avançadas de privacidade, impulsionadas por tecnologias de execução confidencial. Segundo o fundador da Chainlink, essa capacidade de coordenação será crucial para que os ativos do mundo real (RWAs) se integrem plenamente ao sistema financeiro global.

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2026, o ano da adoção global da blockchain.

Nazarov conclui que as três principais tendências do ecossistema — resiliência do mercado, crescimento de ativos do mundo real em blockchain e desenvolvimento de uma infraestrutura mais aberta — estão se movendo de forma coordenada em direção a uma profunda transformação do sistema financeiro global. 

Segundo o especialista, Essa evolução poderá levar os ativos tokenizados a superarem as criptomoedas tradicionais em valor, mudando completamente a estrutura do setor.

Além disso, ele argumenta que as criptomoedas não serão mais vistas apenas como instrumentos especulativos, mas sim como peças-chave em um sistema financeiro mais transparente, eficiente e interconectado. Com o aumento da integração entre dados, plataformas e ativos digitais, Nazarov acredita que 2026 poderá ser o ano em que a tecnologia blockchain definitivamente deixará a fase experimental e alcançará a adoção em larga escala.